Twelve é um dos lutadores jogáveis mais estranhos da Capcom em Street Fighter III: 3rd Strike (1999) — uma arma humanoide criada pela Secret Society, feita para assassinato e adaptação, e não para honra ou fama. Ele parece incompleto de propósito: corpo pálido, marcas numeradas e uma presença que parece mais uma missão do que uma pessoa.
A história de Twelve se liga direto ao arco de conspiração da trilogia, ao lado de Urien, Necro e outros experimentos da Society. Ele não é um guerreiro em busca de evoluir; é uma ferramenta viva enviada para eliminar alvos. Por isso o caminho de arcade dele parece mais frio e inquietante do que a maioria das campanhas de Street Fighter.
No visual, ele é minimalista e sinistro — pele branca, marcas escuras, corpo esguio e movimentos que às vezes imitam outros lutadores. Twelve parece um protótipo que escapou do laboratório, e isso combina com a fantasia de jogo dele.
Na jogabilidade, Twelve é um especialista em mobilidade e mimetismo. Ele ataca de ângulos incomuns, usa ferramentas aéreas fortes e copia golpes do oponente em algumas versões, numa partida em que a familiaridade nunca é segura. Quem curte caos, adaptação e ofensiva fora do comum tende a gostar dele na hora.
Twelve também representa 3rd Strike no auge da experimentação. O jogo já tinha boxeadores, ninjas e eremitas antigos; Twelve empurrou o elenco para o body horror de ficção científica sem quebrar o combate central, baseado em parry.
Se você quer um dos designs mais estranhos da trilogia e um kit feito em torno do imprevisível, Twelve é essencial. Uma zeragem completa do modo arcade com ele está no canal — veja um assassino numerado atravessar o elenco da primeira luta até o final.
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